Estamos em pleno século XXI, mas pouco ouvimos falar sobre a presença da mulher na construção civil onde é um mercado tradicionalmente ocupado por homens.

 

Apesar disso no Brasil, esse cenário tende a mudar, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, entre 2007 e 2009 a contratação de mulheres na construção civil de um salto de 44,5%. Atualmente, estima-se que mais de 200 mil mulheres trabalhem na área de maneira formal.

 

Iniciativas

 

Atualmente existem vários projetos que visam a atender essa necessidade oferecendo capacitação e oportunidade de emprego para mulheres de baixa renda. Os mais conhecidos são o projeto Mão na Massa e a ONG Mulher em Construção que juntas já ajudaram mais de 5.000 mulheres no Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

 

Barreiras também encontradas na Engenharia

 

Na área da Engenharia Civil o quadro também se repete, segundo o último Censo realizado pelo INEP, as mulheres representam apenas 30% das matrículas em cursos pelo Brasil. Além disso, ainda existe a diferença salarial, que apesar dos índices refletirem avanços, a diferença ainda é clara.

 

Em 2013, as engenharias recebem 81% do salário de seus colegas homens. Ou seja, as mulheres recebem em média 19% a menos do que os homens, porém, desempenham a mesma função.

 

Perspectivas para a mulher

 

É nítido ver que já houve avanços e tendência é que cada vez mais esse quadro mude, favorecendo ainda mais as mulheres. Porém o caminho ainda é longo, e muito ainda precisa ser feito.

 

Sem falar que, empresas que colocam a resistência e o preconceito de lado, acabam tendo a oportunidade de contar com profissionais mais talentosos e tão capacitados quanto os homens.

 

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